Final de semana com uma previsão de céu azul e muito calor. Agora não é mais a pandemia que impede de escolher uma montanha para subir ou escalar, Órgãos Governamentais cada dia acham um motivo para fechar os parques. Impedem o acesso por “N” motivos, algum dos motivos são coerentes, outros já sem fundamento algum por não saberem como resolver o problema.
O sábado é meio curto para Luciana, ela trabalha até as 13 horas, mas isso não é impedimento para não fazer alguma coisa na montanha, principalmente com um dia lindo que estava fazendo.
Por vários motivos a gente vem adiando o início de um projeto que ainda está em fase de amadurecimento, mas colocar a ideia em pratica e começar a dar forma para o projeto é necessário.
Quando chegamos no estacionamento da Fazenda Gueuber encontramos uma galera descansando na grama depois de um dia de caminhada, pela quantidade de carros dava pra ter ideia que ainda tinha várias pessoas lá para cima.
As 15:30 começamos nossa caminhada em direção ao cume do Mãe Catira. Já não fazia mais tanto calor, o vento ajudava a refrescar o sábado de temperaturas altas, mas é claro que em meia hora eu já estava com a camiseta toda ensopada de suor.
Encontramos várias pessoas descendo a montanha, muitas faziam uma expressão diferente quando cruzava com a gente ainda subindo, tipo aquela cara de “isso é horas de subir montanha” rsrs
O sol não estava mais a pino, o vento ajudava a refrescar, mas mesmo assim ainda estava bem abafado. Subimos em um ritmo constante sem forçar muito para não se desgastar tanto. Em pouco tempo chegávamos no cume do Mãe Catira, para ser mais exato, 1:30 do inicio da fazenda até o cume.
Enquanto tirava algumas fotos a Lu foi descendo a trilha para o Morro 7, não levei mais de 10 minutos para iniciar a descida, acelerei o passo para alcançar a Lu que andava na frente, mas só fui encontrar ela quase no cume do Morro 7, não levamos 30 minutos de um cume ao outro. Quando saímos da fazenda a meta era chegar no cume do Morro 7 ainda de dia, as 17:40 estávamos assinando o caderninho de cume.
Algumas fotos, dividimos uma maça e já estávamos prontos para voltar. No retorno ao cume do Mãe Catira dava pra ver as luzes da cidade, o calor tinha indo embora, agora só tinha um vento gelado que algumas vezes era quebrado com um bafo quente dando uma sensação de chuva.
A descida foi constante, mas sem correria, não queria arriscar se machucar, no dia seguinte teria uma caminhada bem mais forte e não dava para se descuidar. Depois de 2:05 de caminhada para chegar na fazenda, objetivo concluído e contentes de ter aproveitado mais um dia nas montanhas.

Quando a trilha sai da floresta, logo a frente tem um bifurcação, quase chegando no cume do Mãe Catira, a direita segue rumo ao Polengar e a esquerda Mãe Catira e Morro 7.
















